{"id":33,"date":"2008-04-04T10:55:51","date_gmt":"2008-04-04T10:55:51","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/2008\/04\/04\/acta-da-aula-de-4-de-abril\/"},"modified":"2008-04-11T10:00:15","modified_gmt":"2008-04-11T10:00:15","slug":"acta-da-aula-de-4-de-abril","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/2008\/04\/04\/acta-da-aula-de-4-de-abril\/","title":{"rendered":"Acta da aula de 4 de Abril"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" width=\"488\" src=\"http:\/\/img353.imageshack.us\/img353\/6753\/22823167qw1bkyqtlamego2un9.jpg\" height=\"695\" \/>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0Nesta aula alguns\u00a0alunos estiveram a estruturar a bibliografia bem como o trabalho final. Ao mesmo tempo a colega Filipa Silva continua a reproduzir desenhos que servir\u00e3o de ilustra\u00e7\u00e3o ao projecto final.<\/p>\n<p>Continuando a divulgar as lendas da nossa terra, hoje editamos a lenda do sino dourado<\/p>\n<p><strong>A lenda do sino dourado:<\/strong><\/p>\n<p>Alonga-se, perto de Lamego, na encosta nascente da serra das Meadas, povoada de lendas de mouras, de rochedos encerrando tesouros e de sinos maravilhosos, a freguesia de Penude. A lenda do sino dourado \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o local que fala de uma pastora que fiava l\u00e3 enquanto o gado pastava num canto da serra das Meadas. A dada altura deixou cair o fuso e, com espanto, sentiu-o descer por uma talisca de rocha em que se sentava, ouvindo depois o som melodioso de uma pancada em metal. Perturbada, contou o caso ao padre, que veio com homens da terra e retiraram da funda talada um sino de metal brilhante. Chamaram-lhe o sino dourado. Tinha um som t\u00e3o harmonioso como nunca tinham ouvido. Ofereceram-no ao bispo, que o mandou colocar na torre sineira da catedral para tocar nas maiores solenidades do culto. Em 1766, fala-se da exist\u00eancia de um sino dourado da S\u00e9 de Lamego. Depois, ningu\u00e9m mais falou do sino ou o ouviu. S\u00f3 a lenda ficou.<br \/>\n\u00a0<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m transcrevemos outra lenda sendo esta a lenda das mouras encantadas do Castelo de Lamego.<\/p>\n<p><strong>As Mouras Encantadas do Castelo de Lamego:<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 vai para 90 anos, quando o Sr. Joaquim de Sousa Mac\u00e1rio, general de Brigada reformado, contava a Lamecenses uma hist\u00f3ria do Castelo de Lamego, que ouvira, na sua inf\u00e2ncia, a &#8220;uma criada velhinha&#8221;. E, nessa altura, dizia o Sr. General: a lenda ia esquecendo \u00e0 gera\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea. Um Rei Mouro, muito antigo, levado por poderosa fada feiticeira, mandou abrir, secretamente, no bairro do castelo, tr\u00eas t\u00faneis para uma sala, cada qual com a sua porta fechada. Mais, fez afixar uma legenda \u00e0 entrada destas portas. Numa estava escrito: &#8220;peste que pode matar gente at\u00e9 uma l\u00e9gua em volta &#8220;; Noutra: &#8220;tesouro de grande riqueza&#8221;; e, numa terceira: &#8220;encantamento&#8221;. Mas, ficou tamb\u00e9m ali uma advert\u00eancia: cuidado, que est\u00e3o as legendas trocadas.<\/p>\n<p>Este senhor do Castelo, um dia, receando ser morto pelo nosso Rei Dom Afonso Henriques, resolveu fugir, sem ver modo de levar consigo a suas 3 filhas &#8220;formos\u00edssimas e jovens&#8221;. Assim, pediu a uma fada feiticeira que o acompanhava, que as encantasse. Tomaram as tr\u00eas lindas mouras o b\u00e1lsamo do encantamento, que lhes permitia &#8220;dura\u00e7\u00e3o eterna&#8221;, ficando guardadas &#8220;no dito subterr\u00e2neo aonde existem&#8221;&#8230; Tamb\u00e9m foi encerrado, noutro t\u00fanel, o tesouro real. E l\u00e1 se foi o rei mouro para os Algarves. Pensava voltar um dia, com a fada que lhe desencantaria as filhas, e haveria igualmente o tesouro escondido. Faleceu em Tavira. A fada que o acompanhou, tamb\u00e9m. Continuam no bairro do Castelo as tr\u00eas princesas mouras&#8230; Quem as procura receia abrir por engano o t\u00fanel da peste, e todos t\u00eam desistido. Com a &#8220;recupera\u00e7\u00e3o&#8221; da \u00e1rea do castelo para breve, espera-se encontrar o tesouro &#8212; o que poder\u00e1 valorizar muito a zona sob o ponto de vista tur\u00edstico&#8230;<br \/>\nQuanto \u00e0s mouras, se forem encontradas &#8212; \u00e9 que n\u00e3o parece poss\u00edvel desencant\u00e1-las, uma vez que fada do encantamento, como dissemos, faleceu no Algarve. O que foi lament\u00e1vel a muitos t\u00edtulos, n\u00e3o sendo o menos importante a continua\u00e7\u00e3o desta hist\u00f3ria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0Nesta aula alguns\u00a0alunos estiveram a estruturar a bibliografia bem como o trabalho final. Ao mesmo tempo a colega Filipa Silva continua a reproduzir desenhos que servir\u00e3o de ilustra\u00e7\u00e3o ao projecto final. Continuando a divulgar as lendas da nossa terra, hoje editamos a lenda do sino dourado A lenda do sino dourado: Alonga-se, perto de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-33","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-actas-das-aulas"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/paunH6-x","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/ap12d2007\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}