{"id":35,"date":"2008-04-14T14:17:46","date_gmt":"2008-04-14T14:17:46","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/2008\/04\/14\/a-menina-do-mar\/"},"modified":"2008-05-06T13:33:28","modified_gmt":"2008-05-06T13:33:28","slug":"a-menina-do-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/2008\/04\/14\/a-menina-do-mar\/","title":{"rendered":"A Menina do Mar"},"content":{"rendered":"<p>                        <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/bp2.blogger.com\/_wpcDExEvat8\/R9bzFAlO15I\/AAAAAAAAAb8\/NIKr08SCNd8\/s200\/images%5B1%5D.jpg\" height=\"97\" width=\"132\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/bp3.blogger.com\/_wpcDExEvat8\/R9bzFQlO16I\/AAAAAAAAAcE\/hxL-q_YtOAE\/s200\/pnl.jpg\" align=\"left\" height=\"75\" width=\"96\" \/><\/p>\n<p><strong>O resumo -&#8220;Menina do Mar&#8221;<\/strong> .<\/p>\n<p><strong>A Menina do Mar<\/strong><br \/>\n<em>de Sophia de Mello Breyner Andresen<\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em>Era uma vez uma casa branca nas dunas, voltada para o mar. Tinha uma porta, sete janelas e uma varanda de madeira pintada de verde. Em roda da casa havia um jardim de areia onde cresciam l\u00edrios brancos e uma planta que dava flores<br \/>\nbrancas, amarelas e roxas.<br \/>\nNessa casa morava um rapazito que passava os dias a brincar na praia. Era uma praia muito grande e quase deserta onde havia rochedos maravilhosos. Mas durante a mar\u00e9 alta os rochedos estavam cobertos de \u00e1gua. S\u00f3 se viam as ondas que vinham crescendo do longe at\u00e9 quebrarem na areia com barulho de palmas. Mas na mar\u00e9 vazia as rochas apareciam cobertas de limo, de b\u00fazios, de an\u00e9monas, de lapas, de algas e de ouri\u00e7os. Havia po\u00e7as de \u00e1gua, rios, caminhos, grutas, arcos, cascatas. Havia pedras de todas as cores e feitios, pequeninas e macias, polidas pelas ondas. E a \u00e1gua do mar era transparente e fria. \u00c0s vezes passava um peixe, mas t\u00e3o r\u00e1pido que mal se via. Dizia-se \u00abVai ali um peixe\u00bb e j\u00e1 n\u00e3o se via nada. Mas as vinagreiras passavam devagar, majestosamente, abrindo e fechando o seu manto roxo. E os caranguejos corriam por todos os lados com uma cara furiosa e um ar muito apressado.<br \/>\nO rapazinho da casa branca adorava as rochas. Adorava o verde das algas, o cheiro da maresia, a frescura transparente das \u00e1guas. E por isso tinha imensa pena de n\u00e3o ser um peixe para poder ir at\u00e9 ao fundo do mar sem se afogar. E tinha inveja das algas que baloi\u00e7avam ao sabor das correntes com um ar t\u00e3o leve e feliz.<br \/>\nEm Setembro veio o equin\u00f3cio. Vieram mar\u00e9s vivas, ventanias, nevoeiros, chuvas, temporais. As mar\u00e9s altas varriam a praia e subiam at\u00e9 \u00e0 duna. Certa noite, as ondas gritaram tanto, uivaram tanto, bateram e quebraram-se com<br \/>\ntanta for\u00e7a na praia, que, no seu quarto caiado da casa branca, o rapazinho esteve at\u00e9 altas horas sem dormir. As portadas das janelas batiam. As madeiras do ch\u00e3o estalavam como madeiras de mastros. Parecia que as ondas iam cercar<br \/>\na casa e que o mar ia devorar o Mundo. E o rapazito pensava que, l\u00e1 fora, na escurid\u00e3o da noite, se travava uma imensa batalha em que o mar, o c\u00e9u e o vento se combatiam. Mas por fim, cansado de escutar, adormeceu embalado pelo temporal.<\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em>De manh\u00e3 quando acordou estava tudo calmo. A batalha tinha acabado. J\u00e1 n\u00e3o se ouviam os gemidos do vento, nem gritos do mar, mas s\u00f3 um doce murm\u00fario de ondas pequeninas. E o rapazinho saltou da cama, foi \u00e0 janela e viu uma<br \/>\nmanh\u00e3 linda de sol brilhante, c\u00e9u azul e mar azul. Estava mar\u00e9 vaza. P\u00f4s o fato de banho e foi para a praia a correr. Tudo estava t\u00e3o claro e sossegado que ele pensou que o temporal da v\u00e9spera tinha sido um sonho.<br \/>\nMas n\u00e3o tinha sido um sonho. A praia estava coberta de espumas deixadas pelas ondas da tempestade. Eram fileiras e fileiras de espiava que tremiam \u00e0 menor aragem. Pareciam castelos fant\u00e1sticos, brancos mas cheios de reflexos de mil<br \/>\ncores. O rapaz quis tocar-lhes, mas mal punha neles as suas m\u00e3os os castelos tr\u00e9mulos desfaziam-se.<br \/>\nEnt\u00e3o foi brincar para as rochas. Come\u00e7ou por seguir um fio de \u00e1gua muito claro entre dois grandes rochedos escuros, cobertos de b\u00fazios. O rio ia dar a uma grande po\u00e7a de \u00e1gua onde o rapazinho tomou banho e nadou muito tempo.<br \/>\nDepois do banho continuou o seu caminho atrav\u00e9s das rochas. Ia andando para o sul da praia que era um deserto para onde nunca ningu\u00e9m ia. A mar\u00e9 estava muito baixa e a manh\u00e3 estava linda. As algas pareciam mais verdes do que<br \/>\nnunca e o mar tinha reflexos lilases. O rapazinho sentia-se t\u00e3o feliz que \u00e0s vezes punha-se a dan\u00e7ar em cima dos rochedos. De vez em quando encontrava uma po\u00e7a boa e tomava outro banho Quando ia j\u00e1 no d\u00e9cimo banho, lembrou-se que<br \/>\ndeviam ser horas de voltar para casa. Saiu da \u00e1gua e deitou-se numa rocha a apanhar sol.<br \/>\n\u00abTenho que ir para casa\u00bb, pensava ele, mas n\u00e3o lhe apetecia nada ir-se embora.<br \/>\nE, enquanto assim estava deitado, com a cara encostada \u00e0s algas, aconteceu de repente uma coisa extraordin\u00e1ria: ouviu uma gargalhada muito esquisita, parecia um pouco uma gargalhada de \u00f3pera dada por uma voz de \u00abbaixo\u00bb: depois ouviu uma segunda gargalhada ainda mais esquisita, uma gargalhada pequenina, seca que parecia uma tosse: em seguida uma terceira gargalhada, que era como se algu\u00e9m dentro de \u00e1gua fizesse \u00abglu, glu\u00bb. Mas o mais extraordin\u00e1rio de tudo foi a quarta gargalhada: era como uma gargalhada<br \/>\nhumana, mas muito mais pequenina, muito mais fina e muito mais clara. Elenunca tinha ouvido uma voz t\u00e3o clara: era como se a \u00e1gua ou o vidro se rissem.<br \/>\nCom muito cuidado para n\u00e3o fazer barulho levantou-se e p\u00f4s-se a espreitar escondido entre duas pedras. E viu um grande polvo a rir, um caranguejo a rir, um peixe a rir e uma menina muito pequenina a rir tamb\u00e9m. A menina, que devia medir um palmo de altura, tinha cabelos verdes, olhos roxos e um vestido feito de algas encarnadas. E estavam os quatro numa po\u00e7a de \u00e1gua muito limpa e transparente toda rodeada de an\u00e9monas. E nadavam e riam.<br \/>\n&#8211; Oh! Oh! Oh! &#8211; ria o polvo.<br \/>\n&#8211; Que! Que! Que! &#8211; ria o caranguejo.<br \/>\n&#8211; Glu! Glu! Glu! &#8211; ria o peixe.<br \/>\nAh! Ah! Ah! &#8211; ria a menina.<br \/>\nDepois pararam de rir e a menina disse:<br \/>\n-Agora quero dan\u00e7ar.<br \/>\nEnt\u00e3o, num instante, o polvo, o caranguejo e o peixe transformaram-se numa orquestra.<br \/>\nO peixe, com as suas barbatanas, batia palmas na \u00e1gua.<br \/>\nO caranguejo subiu para uma rocha e com as suas tenazes come\u00e7ou a tocar castanholas.<br \/>\nO polvo trepou para cima dos rochedos e esticando muito sete dos seus oito bra\u00e7os prendeu-os pelas pontas com as suas ventosas na pedra e, com o bra\u00e7o que tinha ficado livre, come\u00e7ou a tocar guitarra nos seus sete bra\u00e7os. Depois<br \/>\np\u00f4s-se a cantar.<\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><em>A\u00ed estavam os antigos navios naufragados com os seus cofres carregados de oiroe os seus mastros quebrados cobertos de an\u00e9monas e conchas.<br \/>\nDepois de nadarem sessenta dias e sessenta noites chegaram a uma ilha rodeada de corais. O golfinho deu a volta \u00e0 ilha e por fim parou em frente duma gruta e disse:<br \/>\n&#8211; \u00c9 aqui: entra na gruta e encontrar\u00e1s a Menina do Mar.<br \/>\n&#8211; Adeus, adeus, golfinho. Obrigado, obrigado.<br \/>\nA gruta era toda de coral e o seu ch\u00e3o era de areia branca e fina. Tinha em frente um jardim de an\u00e9monas azuis.<br \/>\nO rapaz entrou na gruta e espreitou. A Menina, o polvo, o caranguejo e o peixe estavam a brincar com conchinhas. Estavam quietos, tristes e calados. De vez em quando a Menina suspirava.<br \/>\n&#8211; Estou aqui! Cheguei! sou eu! &#8211; gritou o rapaz.<br \/>\nTodos se voltaram para ele. Houve um momento de grande confus\u00e3o. Todos se abra\u00e7aram, todos riam, todos gritavam. A Menina do Mar dan\u00e7ava, batia palmas e ria com gargalhadas claras como a \u00e1gua. O polvo fazia o pino. O caranguejo<br \/>\ndava cambalhotas e o peixe dava saltos mortais. Depois de todas estas habilidades ficaram um pouco mais calmos.<br \/>\nEnt\u00e3o a Menina do Mar sentou-se no ombro do rapaz e disse:<br \/>\n&#8211; Estou t\u00e3o feliz, t\u00e3o feliz, t\u00e3o feliz! Pensei que nunca mais te ia ver. Sem ti o mar, apesar de todas as suas an\u00e9monas, parecia triste e vazio. E eu passava os dias inteiros a suspirar. E n\u00e3o sabia o que havia de fazer. At\u00e9 que um dia o Rei<br \/>\ndo Mar deu uma grande festa. Convidou muitas baleias, muitos tubar\u00f5es e muitos peixes importantes. E mandou-me ir ao pal\u00e1cio para eu dan\u00e7ar na festa.<br \/>\nNo fim do banquete chegou a altura da minha dan\u00e7a e eu entrei na gruta onde o Rei do Mar estava com os seus convidados, sentado no seu trono de n\u00e1car, rodeado de cavalos-marinhos. Ent\u00e3o os b\u00fazios come\u00e7aram a cantar uma cantiga antiqu\u00edssima que foi inventada no principio do Mundo. Mas eu estava muito triste e por isso dancei muito mal.<br \/>\n&#8211; Porque \u00e9 que est\u00e1s a dan\u00e7ar t\u00e3o mal? &#8211; perguntou o Rei do Mar.<br \/>\n&#8211; Porque estou cheia de saudades &#8212; respondi eu.<br \/>\n&#8211; Saudades? &#8211; disse o Rei do Mar. Que hist\u00f3ria \u00e9 essa?<br \/>\nE perguntou ao polvo, ao caranguejo e ao peixe o que tinha acontecido. Eles contaram-lhe tudo. Ent\u00e3o o Rei do Mar teve pena da minha tristeza e teve pena de ver uma bailarina que j\u00e1 n\u00e3o sabia dan\u00e7ar. E disse:<br \/>\n&#8211; Amanh\u00e3 de manh\u00e3 vem ao meu pal\u00e1cio.<br \/>\nNo dia seguinte de manh\u00e3 eu voltei ao pal\u00e1cio. E o Rei do Mar sentou-me no seu ombro e subiu comigo \u00e0 tona das \u00e1guas. Chamou uma gaivota, deu-lhe o frasco com o filtro das an\u00e9monas e mandou-a ir \u00e0 tua procura. E foi assim que eu<br \/>\nconsegui que tu voltasses.<br \/>\n&#8211; Agora nunca mais nos separamos &#8211; disse o rapaz.<br \/>\n&#8211; Agora vais ser forte como um polvo.<br \/>\n&#8211; Agora vais ser s\u00e1bio como um caranguejo &#8211; disse o caranguejo.<br \/>\n&#8211; Agora vais ser feliz como um peixe &#8211; disse o peixe.<br \/>\n&#8211; Agora a tua terra \u00e9 o Mar &#8211; disse a Menina do Mar.<br \/>\nE foram os cinco atrav\u00e9s de florestas, areais e grutas.<br \/>\nNo dia seguinte houve outra festa no Pal\u00e1cio do Rei. A Menina do Mar dan\u00e7ou toda a noite e as baleias, os tubar\u00f5es as tartarugas e todos os peixes diziam:<br \/>\n&#8211; Nunca vimos dan\u00e7ar t\u00e3o bem.<br \/>\nE o Rei do Mar estava sentado no seu trono de n\u00e1car, rodeado de cavalosmarinhos, e o seu manto de p\u00farpura nas \u00e1guas.<\/em><\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p>Os alunos fizeram a leitura da hist\u00f3ria, tomaram as notas necess\u00e1rias para o preenchimento de uma ficha e fizeram o resumo da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><em>Visite o  blog de imagens e  veja a hist\u00f3ria desenhada pela nossa turma.<\/em><\/p>\n<p><em><strong><a href=\"http:\/\/criancaearte.blogspot.com\/\">http:\/\/criancaearte.blogspot.com\/<\/a><\/strong><\/em><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm4.static.flickr.com\/3188\/2413607756_72865c5616.jpg?v=0\" height=\"440\" width=\"500\" \/><\/p>\n<p>Preenchemos uma ficha de leitura.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/farm3.static.flickr.com\/2095\/2413610690_86123e3610.jpg?v=0\" height=\"500\" width=\"354\" \/><\/p>\n<p>Nesta aula os alunos aprenderam a resumir o texto e para isso foi necess\u00e1rio tomar decis\u00f5es sobre a import\u00e2ncia dos elementos: relacion\u00e1-los e hierarquiz\u00e1-los.<\/p>\n<p>Houve dificuldade pois os alunos costumavam recontar e n\u00e3o resumir.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O resumo -&#8220;Menina do Mar&#8221; . A Menina do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen Era uma vez uma casa branca nas dunas, voltada para o mar. Tinha uma porta, sete janelas e uma varanda de madeira pintada de verde. Em roda da casa havia um jardim de areia onde cresciam l\u00edrios brancos e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-35","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/paunHC-z","jetpack-related-posts":[{"id":218,"url":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/2010\/02\/12\/uma-das-escolas-mais-avancadas-do-mundo-e-portuguesa-visao-pt\/","url_meta":{"origin":35,"position":0},"title":"Uma das escolas mais avan\u00e7adas do mundo \u00e9 portuguesa &#8211; Visao.pt","author":"admin","date":"Sexta-feira, 12 Fevereiro 2010","format":false,"excerpt":"Uma das escolas mais avan\u00e7adas do mundo \u00e9 portuguesa Sabe onde fica V\u00e1rzea de Abrunhais? Se n\u00e3o sabe, devia. Foi nesta freguesia, dos arredores de Lamego, que a Microsoft encontrou uma das melhores escolas, no mundo, a aplicar novas tecnologias na aprendizagem. Mario David Campos (texto) e Luc\u00edlia Monteiro (fotos)\u2026","rel":"","context":"In &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/ea.ess-edu.pt\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/visao-vabrunhais-300x199.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":36,"url":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/2008\/04\/19\/a-centopeia\/","url_meta":{"origin":35,"position":1},"title":"A Centopeia","author":"M.\u00aa Carmo Leit\u00e3o","date":"S\u00e1bado, 19 Abril 2008","format":false,"excerpt":"Trabalh\u00e1mos a produ\u00e7\u00e3o de um texto, assegurando a mobiliza\u00e7\u00e3o de conhecimentos pr\u00e9vios e a sua articula\u00e7\u00e3o com novas informa\u00e7\u00f5es.. (1.\u00ba ano) Depois de pesquisar sobre a vida da centopeia,os alunos fizeram esta chuva de ideias. 1- Leitura colectiva do texto: A centopeia Era uma vez uma centopeia muito simp\u00e1tica que\u2026","rel":"","context":"In &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/bp3.blogger.com\/_wpcDExEvat8\/R9bzFQlO16I\/AAAAAAAAAcE\/hxL-q_YtOAE\/s200\/pnl.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":31,"url":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/2008\/04\/09\/joaninha\/","url_meta":{"origin":35,"position":2},"title":"joaninha","author":"M.\u00aa Carmo Leit\u00e3o","date":"Quarta-feira, 9 Abril 2008","format":false,"excerpt":"Na explora\u00e7\u00e3o do livro \"Hist\u00f3rias pequenas de bichos pequenos\", de \u00c1lvaro Magalh\u00e3es, obra destacada no Plano Nacional de Leitura e o Programa Nacional de Ensino do Portugu\u00eas, com o objectivo central de melhorar as pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas na \u00e1rea da l\u00edngua materna, trabalhamos o 1\u00baconto \u201cjoaninha\u201d Os alunos do 1\u00ba Ano\u2026","rel":"","context":"In &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/bp3.blogger.com\/_wpcDExEvat8\/R9bzFQlO16I\/AAAAAAAAAcE\/hxL-q_YtOAE\/s200\/pnl.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":69,"url":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/2009\/02\/13\/o-magusto-na-minha-escola%e2%80%a6\/","url_meta":{"origin":35,"position":3},"title":"O magusto na minha escola\u2026","author":"M.\u00aa Carmo Leit\u00e3o","date":"Sexta-feira, 13 Fevereiro 2009","format":false,"excerpt":"\u00a0 Hoje festejou-se o dia de S\u00e3o Martinho, isto \u00e9, o magusto na nossa escola. Festej\u00e1mos com os nossos colegas da escola e com o Pr\u00e9 \u2013 Escolar. Realiz\u00e1mos v\u00e1rias actividades: ouvimos e vimos em Powerpoint a hist\u00f3ria da Maria Castanha e a Lenda de S\u00e3o Martinho; ento\u00e1mos can\u00e7\u00f5es e\u2026","rel":"","context":"In &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/files\/2009\/02\/magusto-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":470,"url":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/2011\/04\/01\/a-nossa-sala\/","url_meta":{"origin":35,"position":4},"title":"A Nossa Sala","author":"M.\u00aa Carmo Leit\u00e3o","date":"Sexta-feira, 1 Abril 2011","format":false,"excerpt":"\u00a0 A sala Inovadora da Professora Maria do Carmo come\u00e7ou em V\u00e1rzea de Abrunhais quando concorreram a um concurso para ver qual era a escola mais Inovadora do pa\u00eds. Mas passado um ano, muito divertido, a escola do primeiro ciclo fechou portas. Os alunos da sala da Professora Maria do\u2026","rel":"","context":"In &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/files\/2011\/04\/001-300x218.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":38,"url":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/2008\/05\/05\/25-de-abril\/","url_meta":{"origin":35,"position":5},"title":"O 25 de Abril","author":"M.\u00aa Carmo Leit\u00e3o","date":"Segunda-feira, 5 Maio 2008","format":false,"excerpt":"O Ensino da Leitura: A aprendizagem de estrat\u00e9gias de compreens\u00e3o e de interpreta\u00e7\u00e3o textuais. O ensino da compreens\u00e3o de teatro. Incentivaram-se os alunos a falar sobre as suas experi\u00eancias e conhecimentos acerca do mundo do teatro (por exemplo: idas a espect\u00e1culos teatrais\/representa\u00e7\u00f5es realizadas em contexto familiar e em contexto escolar;\u2026","rel":"","context":"In &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/bp2.blogger.com\/_wpcDExEvat8\/R9bzFAlO15I\/AAAAAAAAAb8\/NIKr08SCNd8\/s200\/images%5B1%5D.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.ess-edu.pt\/eb1vabrunhais\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}