Num país onde o desemprego aumenta a cada dia que passa, os jovens finalistas do ensino secundário têm cada vez mais dúvidas sobre o curso que devem seguir na universidade.
São cada vez mais os alunos que fazem testes psicotécnicos para avaliar as suas aptidões e, só então, decidem o que devem e podem seguir. Por vezes, os resultados desses testes são surpreendentes pois os jovens pensam que têm mais aptidão para uma área e, afinal, o resultado é totalmente oposto. Após terem decidido a área de preferência, enfrentam um novo problema. As médias para determinados cursos são muito altas, o que reduz, e muito, a variedade de cursos que podem seguir.
Os sonhos e expectativas dos jovens “pré-universitários” são muito elevados mas, muitas vezes, são deitados por terra.
Sendo eu um desses jovens, reconheço essa dificuldade de escolha e vivo com ansiedade todos os dias.
O que me entristece a mim e a todos os jovens como eu é o facto de não poder seguir o curso desejado, mas aquele que pode garantir teoricamente um futuro melhor.

É verdade. O futuro não se apresenta muito risonho aos jovens. O presente não dá grandes motivos para alimentar altas expectativas. Levantam-se aos jovens muitas interrogações!
Apesar de tudo, há que continuar a lutar por dias melhores. Os jovens devem olhar o futuro com esperança. O futuro é dos jovens. No presente, devem ser perseverantes, tendo em vista a concretização dos seus ideais, no futuro.