O termo “Maçonaria” provém do francês maçonnerie ou do inglês masonry que significa “construção”.
Maçonaria, como sociedade secreta, assenta no ateísmo, tem como rótulo a fraternidade e a filantropia universais. Esta sociedade aceita homens de carácter que defendem ideais como a fraternidade, a liberdade, a igualdade, entre muitos outros.
Em Portugal, a primeira “Grande Loja” surgiu em 1717, com o objectivo de construir catedrais humanas, uma vez que o Homem devia aperfeiçoar-se continuamente, honrando o Grande Arquitecto do Universo.
Ao longo dos séculos XIX e XX, a Maçonaria foi responsável pela criação de inúmeras instituições, nomeadamente, escolas primárias, escolas secundárias, escolas de educação permanente, escolas móveis agrícolas, tendo, sobretudo, como preocupação fundamental, o combate ao analfabetismo e o desenvolvimento cultural dos cidadãos. Em Portugal, com o Estado Novo, “desapareceram” a maior parte dessas instituições.
Na Maçonaria Universal, a simbologia representada pelo esquadro e pelo compasso, representando no seu interior o acrónimo “G” de Grande Arquitecto do Universo, representa exactamente a regularidade e a crença.
Tivemos contacto com esta temática tão complexa, na análise da obra “Felizmente Há Luar” de Sttau Monteiro. Ficou o desejo e a curiosidade para aprofundar e saber mais pormenores sobre a Maçonaria e, em especial, a portuguesa.
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