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Cultura

Convento de Mafra

O convento de Mafra foi mandado edificar por D. João V em 1711. A direcção da obra foi entregue a João Frederico Ludovice. Contudo, a realização do projecto sofreu inúmeras alterações ao longo do tempo.

Foi construído em “pedra lioz”, característica da região de Pinheiro e Sintra. O edifício ocupa uma área de cerca de 40.000 m2, com cerca de 1200 divisões, mais de 4700 portas e janelas, 156 escadarias e 29 pátios e saguões.

Este é o mais imponente monumento barroco português e é o protótipo do reinado mais rico da história de Portugal, graças ao ouro vindo do Brasil. Insere-se no estilo arquitectónico barroco joanino com uma articulação harmoniosa de três componentes distintas: palácio real, convento e igreja.

Os Franciscanos que ocupavam este convento desenvolveram a farmácia e a enfermaria, enquanto os outros ocupantes, os Dominicanos, desenvolveram a biblioteca.

Actualmente, a maioria do convento é ocupado pela Escola Prática de Infantaria. No entanto, ainda se podem ver as celas dos frades, a enfermaria, a farmácia e a cozinha.

O convento de Mafra cativa, inicialmente, pela grandiosidade, sendo que só depois nos sentimos cativados pela riqueza dos seus pormenores.

Se puder, visite este magnífico exemplar de arquitectura. Caso não possa deslocar-se fisicamente, convidamo-lo a ler ou a reler o “Memorial do Convento” de Saramago. Aí estão feitas belas e pormenorizadas descrições da sua construção, grandiosidade e imponência.

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