Está desde já confirmada, mas por agendar, a visita da Coordenadora do Núcleo Viseu-Guarda do PNEP, Dr.ª Isabel Aires de Matos ao nosso Agrupamento para assistir a algumas sessões tutoriais dos nossos formandos nas suas escolas e a uma oficina temática apresentada pelos seus FR (formadores residentes).

Sessão Plenária

No dia 19 de Março, decorreu, na Escola Superior de Educação de Viseu, o Encontro Regional de formadores e formandos do PNEP.

Foi um momento oportuno para partilhar iniciativas, esclarecer dúvidas e aprender mais.

A Sessão decorreu ao longo do dia, estando presentes os Agrupamentos de Escola que estão neste momento a desenvolver a formação no âmbito do PNEP e que pertencem ao Núcleo Regional Viseu/Guarda:

Agrupamento Vertical de Escolas da Sé – Lamego

Agrupamento Vertical de Escolas de Cinfães

Agrupamento de Escolas Álvaro Coutinho, o Magriço – Penedono

Agrupamento de Escolas de Marzovelos – Viseu

Agrupamento de Escolas Gomes Eanes Azurara – Mangualde

Agrupamento de Escolas Ana Castro Osório – Mangualde

Agrupamento de Escolas de Silgueiros – Viseu

Agrupamento de Escolas de Seia

Agrupamento de Escolas de Tourais – Paranhos (Seia)

Durante a manhã, a Sessão foi orientada pela Professora Sónia Santos Alves, que exerce actualmente funções no Agrupamento de Escolas de Sernancelhe, onde coordena o Departamento de Línguas e lecciona o 3.º Ciclo, tendo sido assistente da Área Científica de Português da ESEV.

Durante a sua intervenção abordou a Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário (TLEBS), focando os aspectos que a nova terminologia traz em termos de ensino da língua.

A parte da tarde foi orientada pela Professora Mariana Oliveira Pinto, assistente da Área Científica de Português da ESEV e formadora do PNEP, no presente ano lectivo. É ainda colaboradora da equipa da DGIDC encarregada da reformulação dos Programas de Língua Portuguesa do Ensino Básico.

A sua intervenção focou o Conhecimento Explícito da Língua, através de exemplos muito práticos em como abordar essa temática em termos de ensino.

Os professores presentes sairam mais enriquecidos e motivados para o trabalho directo com os alunos, trazendo na sua bagagem mais conhecimentos e vontade de intervir.

A leitura e a escrita são, nos dias de hoje, instrumentos fundamentais de acesso ao desenvolvimento.

Países que erradicaram o analfabetismo mais cedo, são hoje mais desenvolvidos e os seus cidadãos têm acesso mais facilitado ao emprego, à informação. Poderá parecer-nos utopia, mas nenhum país se desenvolve sem educação. É por isso que urge elevar os níveis de literacia em Portugal.

O tratamento dado à leitura e à escrita não poderá estar remetido para a exclusividade da disciplina de Língua Portuguesa. Será necessário a consciência de que o Português, enquanto língua materna de milhares de crianças e jovens que frequentam as nossas escolas, é transversal a todas as disciplinas e que merece melhor tratamento.

Remeter para a “capelinha” do professor de Português o ensino da língua, será matar qualquer tentativa de melhorar a compreensão e o acesso à multiplidade de funções que a língua apresenta.

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