Quando,
Aquilo que não digo,
For um pedaço de terra,
Uma pedra da calçada,
Todos os restos de uma imagem,
Voltarão a unir-se em torno de algo,
Num movimento de rotação,
Em torno de um eixo,
Com as mesmas forças,
Os mesmos motivos,
Então,
Tudo o que não foi,
Poderá ser.
Basta descodificar,
Aquilo que ainda,
Por lapso,
Se encontra cifrado,
Dentro do nosso mundo.
Então,
Tudo o que sou,
Voltará a ser,
Aquilo que sempre foi
E será.
Um pedaço de nada,
Um mais,
Ou menos,
Zero,
Num mundo de,
Mais,
Ou menos
Zeros,
E uns,
Absolutos.
Só não quero,
Ter de ser,
Mais,
Ou menos,
Que o lógico.
Mas a lógica,
Não define
O que se sente.
Mente,
Mente.
Quero ser,
Simplesmente,
Absolutamente,
O teu chão.
You are currently browsing the monthly archive for Setembro 2008.
Tags: Love is a number

Comentários recentes