“Transforma-se o amador na cousa amada,
Por virtude do muito imaginar;
Não tenho, logo, mais que desejar,
Pois em mim tenho a parte desejada.”
Luís de Camões
E quando um sonhador se transforma num sonho?
Qual o limite para se querer alguma coisa? Qual o limite para amar?
Como alguém lá em Chipre dizia:
“i αm τhe drεam ..y0u αrε τhe drεαmer”
Acho que no fundo estas duas citações não são assim tão diferentes. Julgo que o conceito é o mesmo.

Comentários recentes