não sou o que dizem [vêem],
fazem [de mim].
sou eu.
a verdade crua
nua,
sob o asfalto
desgastado pelo tempo
e por memórias
que ninguém apaga.
sou esse rosto
que friamente
espreita pelo domínio do estático;
o caminho que se faz parado,
andando pela luz do tempo.
o azul desse céu
que busco
e não alcanço,
atrás das nuvens que ficaram.
sigo.
há mais ar à minha espera.
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