assumo-me anti-arte. ou serei antiarte? essas coisas de códigos de conduta e códigos e acordos ortográficos limitam a comunicação humana. não sabemos como dizer… preocupamo-nos mais com a forma como dizemos do que com o que sentimos. e perdemo-nos assim nas palavras, depositando-lhes uma verdade que apenas pode pertencer ao que sentimos e aos momentos em que sentimos. e eu preocupado com a arte e os códigos que inventamos… afinal acho que sou pela arte… sou pela alternativa… pela essência da irracionalidade humana intrínseca e inconsciente. sou por um mundo onde se sente. sou pela arte de se ser. pela arte de nos amarmos e despedirmos. sou por essa arte.
Tags: anti-arte, antiarte, arte, arte de sentir
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Tens razão, concordo contigo.
Por vezes preocupamo-nos demasiado com a forma correcta de dizer qq coisa que acabamos por deixar fugir o verdadeiro sentimento q estava na origem de tal afirmação bem estruturada.
Assim, acabamos por dizer algo magnificamente bonito, mas…será sentido? Será verdadeiro?
Quando digo ‘adoro-te’, sei que haveriam maneiras bem mais lindas de o expressar, mas não quero perder a intensidade de tal palavra, nem a sua verdadeira essencia.
Pq nem sempre as palavras reflectem verdadeiramente a nossa alma…o silêncio, por vezes, é o mais comunicativo/expressivo.
‘Adoro-te’…

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