assumo-me anti-arte. ou serei antiarte? essas coisas de códigos de conduta e códigos e acordos ortográficos limitam a comunicação humana. não sabemos como dizer… preocupamo-nos mais com a forma como dizemos do que com o que sentimos. e perdemo-nos assim nas palavras, depositando-lhes uma verdade que apenas pode pertencer ao que sentimos e aos momentos em que sentimos. e eu preocupado com a arte e os códigos que inventamos… afinal acho que sou pela arte… sou pela alternativa… pela essência da irracionalidade humana intrínseca e inconsciente. sou por um mundo onde se sente. sou pela arte de se ser. pela arte de nos amarmos e despedirmos. sou por essa arte.
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